Haveria uma grande consequência para nossa vizinhança: a Lua daria uma “despirocada”, talvez invadisse a órbita de Vênus ou Marte, e, com o passar dos milênios, um dia poderia se chocar com um dos dois. De resto…
Tá vendo aquele pontinho claro no meio do círculo? Então… Aqueles somos nós, vistos da Voyager 1, já depois da órbita de Plutão. Estes “riscos” são só reflexos da luz do sol na lente da câmera. Viu como somos insignificantes?
A cada milésimo de segundo, em algum lugar do universo, um objeto do tamanho do nosso planeta se choca com outro, ou é sugado para uma estrela, ou sofre um impacto tão energético quanto o que matou os dinossauros. E nada muda… Está na natureza do universo a formação e a destruição dos planetas. Podemos extrapolar que, com a perda do ser humano, perde-se também o sonho de sermos uma raça interplanetária… Aí sim, teríamos uma grande consequência para o universo, afinal outros planetas não seriam colonizados. Mas…
É bem capaz de, ainda em nossos tempos de vida, este problema se acabar. Segundo o Elon Musk, dono da SpaceX, veremos, em uma década ou duas, o surgimento de uma base na Lua e uma cidade em Marte.
Estamos nos tornando uma espécie interplanetária.
Talvez, em alguns séculos, a perda da Terra não afete tanto assim até a nós mesmos. Espero que sejamos dignos de um destino tão grandioso…
Fonte da foto: Solar System Portrait - Earth as 'Pale Blue Dot'
Nenhum comentário:
Postar um comentário