Em 1925, a astrónoma Cecilia Payne-Gaposchkin descobriu que o Hidrogénio é o átomo mais abundante e primordial do universo.
Ao escrever a sua tese de doutoramento no Observatório do Harvard College, Payne-Gaposchkin analisou as linhas de absorção nos espectros estelares para concluir que as estrelas são compostas quase inteiramente por Hidrogénio (¹H).
Isto derrubou a crença científica predominante na época e provou que o Hidrogénio é o componente fundamental, mais abundante do universo e um dos primeiros ater surgido, junto com o Hélio.
O gás Hidrogénio, H₂, foi o primeiro produzido artificialmente e formalmente descrito por T. Von Hohenheim (também conhecido como Paracelso, 1493–1541) por meio da reação química entre metais e ácidos fortes, mas Paracelso não tinha o conhecimento de que o gás inflamável produzido por esta reação química era constituído por um novo elemento químico.
Em 1671, Robert Boyle redescobriu e descreveu a reação entre limalhas de ferro e ácidos diluídos, o que resulta na produção de gás Hidrogênio.
Em 1766, Henry Cavendish foi o primeiro a reconhecer o gás hidrogênio como uma discreta substância, ao identificar o gás de uma reação ácido-metal como "ar inflamável" e descobrindo mais profundamente, em 1781, que o gás produz água quando queimado; a ele geralmente é dado o crédito pela sua descoberta como um elemento químico.
Em 1783, Antoine Lavoisier deu ao elemento o nome de Hidrogênio (do grego υδρώ (hydro), água e γένος-ου (genes), gerar) quando ele e Laplace reproduziram a descoberta de Cavendish, onde água é produzida quando Hidrogênio é queimado.
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