O Sol
Se estivermos a falar do nosso sistema Solar (O sol + 8 planetas).
De forma natural nada é mais quente que o núcleo do sol.
Fora do sistema solar, não estou certo se existirá algo mais quente.
Contudo, considerando que existem milhões de sistemas solares dentro da nossa galáxia (VIA LÀTEA), e existem támbem milhões de outras galáxias e dentro delas outros sistemas solares, pode ser que sim.!!!!!
Contudo vejamos:
A estrutura solar
O Sol é a estrela que contém 99,86% da massa do sistema solar e possui uma massa 333 mil vezes a da Terra. Além de um volume 1.3 milhões de vezes maior que a do nosso planeta. Para efeito de comparação, se o Sol fosse uma bola de basquete, a Terra teria a metade do tamanho da cabeça de um alfinete.
O Sol, possui uma estrutura interna dividida em núcleo, zona radioactiva e convectiva. Grande parte da massa do sol encontra-se no núcleo, onde a imensa pressão e calor é capaz de gerar até 15 milhões de graus Celsius. É aqui que os átomos de hidrogénio se fundem, criando hélio e energia. Esse processo é chamado de fusão nuclear.
Modelo para variação de temperatura interna do Sol.
Dentro do núcleo as temperaturas não ficam abaixo de 15 milhões de graus Celsius. A medida que se aproxima da superfície do Sol, as temperaturas caem.
Portanto, a temperatura não é a mesma em toda composição do Sol.
Camadas do sol.
Como é disposto em camadas, o Sol possui temperaturas que variam de acordo com a região solar em questão. Dessa maneira, a estrela é mais quente em seu centro e mais fria em suas camadas externas.
Núcleo
Em primeiro lugar, temos o núcleo solar. Esta é a região central da estrela e, portanto, a área mais massiva e quente. Com cerca de 139.000 km do raio do Sol, é nesta região que ocorrem as reacções termonucleares que proporcionam toda a energia que o Sol produz.
Fotosfera
Em segundo, verificamos a fotosfera. Esta parte do Sol é composta por várias estruturas hexagonais, muito pequenas, chamadas de grânulos. Essas estrutura se assemelham a um líquido em ebulição.
Cromosfera
Em terceiro lugar, temos a cromosfera. Esta camada não é visível, porque a radiação emitida é mais fraca do que a radiação da fotosfera. Mas, é possível observar a cromosfera durante eclipses, quando a Lua esconde o disco da fotosfera.
Coroa
Por último, temos a Coroa. Esta é a camada mais externa do Sol, onde aparecem as protuberâncias, que são nuvens imensas de gás que saem da cromosfera. A coroa é formada por partículas que se afastam vagarosamente do Sol, que só podem ser vistas durante um eclipse total do Sol.
Qual é a camada mais quente do Sol?
Como dissemos anteriormente, as temperaturas no Sol variam de acordo com a camada. Em conclusão, o núcleo solar é a camada mais quente. Dentro do núcleo as temperaturas não ficam abaixo de 15 milhões de graus Celsius. A medida que se aproxima da superfície do Sol, as temperaturas caem.
Na fotosfera, a temperatura já diminui para cerca de 5.900 graus Celsius. Em algumas áreas mais escuras, chamadas pelos astrônomos de manchas solares, a temperatura é ainda mais baixa, em torno de cerca de 3.500 graus Celsius.
No entanto, a maior surpresa está na Coroa. As temperaturas tendem a subir novamente nessa camada, chegando a 2 milhões de graus Celsius na coroa mais externa do Sol. Estudos científicos analisaram como a energia se move do interior do Sol para criar calor na atmosfera, identificando que actos de plasma são lançados acima da superfície solar.
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Agora vejamos quão quente é o centro da TERRA.
Por que o interior da Terra é tão quente?
É como se existisse uma central nuclear no interior do planeta terra que, em vez de gerar energia eléctrica, gera calor.
"O magma se mantém líquido, simplesmente, porque ocorrem decaimentos radioativos no interior do planeta, principalmente de urânio, tório e, em menor quantidade, de potássio, três elementos existentes no manto da Terra“.
"O núcleo atômico de alguns elementos é instável (é o caso de urânio, potássio e tório). Isso significa que, a qualquer momento, o núcleo pode se romper e quebrar em mais de um pedaço, liberando energia. Sempre que ocorre um decaimento de qualquer um desses elementos, quer dizer, toda vez que o átomo emite uma partícula do núcleo, ocorre também a liberação de energia, na forma de calor“.
Um decaimento radioativo ocorre quando isótopos instáveis têm seus núcleos rompidos em razão da instabilidade atômica.
Para entender por que um isótopo se desintegra é preciso nos atentar para o núcleo atômico. Sabe-se que o núcleo é carregado de partículas positivas (prótons), e que estas se encontram bem próximas umas das outras. É verdade também que partículas com cargas iguais se repelem.
Portanto, a proximidade dos prótons faz com que passem a se repelir, na tentativa de tomar o maior espaço possível. Diante disso, o núcleo se rompe, por não conseguir comportar essas cargas repelentes.
Todos os isótopos são instáveis? Não, apenas os elementos que possuem 84 prótons ou até menos. Nesse último caso, a instabilidade se dá devido à taxa nêutron/próton que é muito baixa, tornando o átomo instável.
Vejamos um exemplo de desintegração nuclear:
O isótopo Urânio (U– 238) é desintegrado quando seu núcleo se rompe. Na etapa inicial da reação é produzido Tório (Th-234), em seguida este também se desintegra produzindo Protactínio (Pa-234). A desintegração continua até completar 14 etapas e produzir o produto final: Chumbo (Pb-206). O Chumbo é estável e não se desintegra, o processo é então finalizado.
Portanto o centro da Terra chega a 6000ºC
5 planetas com a superfície mais quentes do Sistema Solar
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