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quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Feliz 2026 !!


 Hoje meu coração transborda GRATIDÃO 🙏💖

2025 foi um ano de desafios, conquistas, quedas, aprendizados e renascimentos. Vivi momentos intensos, cresci, amadureci, mudei e continuo aprendendo todos os dias 🌱✨

Agradeço por tudo o que vivi:
pelos sorrisos 😊, pelas lágrimas 😢, pelas portas que se abriram 🚪✨ e até pelas que se fecharam — porque cada uma delas me ensinou algo importante 📖💫

Aprendi a olhar mais para dentro 🪞, a cuidar da minha essência 💞, a valorizar as pessoas que caminham comigo 👣 e a agradecer pelo simples fato de existir 🌌✨

Que em 2026 eu possa ser uma pessoa ainda melhor 🙏💫
com mais amor ❤️, mais empatia 🤝, mais paz 🕊 e mais luz 🌟
E eu desejo, de coração, que o mesmo aconteça com cada um de vocês 💖

Que o novo ano traga cura, esperança, sabedoria e muitos motivos para sorrir novamente 😊✨
Que a gente nunca deixe de acreditar no recomeço e na beleza da vida 🌈

Obrigado, Deus 🙏
Obrigado, Universo 🌌
Obrigado, Vida ❤️
E obrigado a todos que fizeram parte da minha história em 2025 ✨

🌟💫 Feliz Ano Novo 2026! Que venha cheio de amor, fé e novas conquistas para todos nós! 💫🌟

#FelizAnoNovo 🎆 #Gratidão 🙏 #Adeus2025 👋 #BemVindo2026 ✨ #Esperança 🌟 #NovosCiclos 🔄 #Amor 💖 #Paz 🕊 #Vida 🌈 #LuzInterior ✨ #Evolução 🌱 #Obrigado ❤️

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Terra no periélio: 3 de janeiro de 2026

 

Em 3 de janeiro de 2026, a Terra atingirá o periélio — o ponto de sua órbita em que nosso planeta se encontra mais próximo do Sol durante todo o ano. Nesse momento, a Terra estará aproximadamente 5 milhões de quilômetros mais perto do Sol do que estará durante o afélio, em julho.

É um detalhe que muitas vezes surpreende as pessoas: embora muitas regiões estejam no meio do inverno, o planeta está, na verdade, mais próximo do Sol neste momento. Isso acontece porque as estações do ano são moldadas pela inclinação axial de 23,5° da Terra, e não pela distância do Sol. O ângulo em que a luz solar nos atinge determina a sensação térmica em cada estação.

O periélio é um marco silencioso, porém significativo, no calendário cósmico — um lembrete de que a órbita da Terra não é um círculo perfeito, mas uma elipse graciosa que constantemente altera nossa posição no espaço. É um momento que destaca o delicado equilíbrio da mecânica celeste e a beleza da jornada do nosso planeta ao redor de sua estrela.

Fonte: AyE uniVERSE

Como é possível ter dias claros em Plutão se ele está tão distante do Sol?

 Embora em Plutão a luz do sol seja muito mais fraca do que aqui na Terra, ele não é totalmente escuro como poderia se imaginar. Na verdade, é possível ler um livro na sua superfície, mesmo estando muito longe do Sol e a quantidade de luz solar que chega até ele é muito menor do que na Terra, 1.000 vezes menor.

O sol visto de Plutão – Crédito da NASA.

Em Plutão o Sol se parece mais com outras estrelas, embora mais brilhante do que todas elas. Como ele possui uma fina atmosfera, a luz se espalha com facilidade, mas não o suficiente para fazer um céu brilhante como o da Terra ou de Marte. A uma certa hora perto do amanhecer e do anoitecer de cada dia, a iluminação na Terra coincide com a do meio-dia em Plutão.

O Sol brilha como uma estrela em Plutão.

Um dia em Plutão corresponde a 6,4 dias terrestres (6 dias, 9 horas e 36 minutos). Tempo que ele leva para completar uma rotação. Na Terra leva em torno de 24 horas, mas cada planeta tem uma velocidade de rotação diferente. Como Plutão gira mais lentamente que a Terra, o seu dia é mais longo.

Visão panorâmica da lua Caronte de Plutão.

O ano de Plutão é de 248 anos terrestres, e por isso as estações do ano são muito longas. Além disso, a sua órbita é muito elíptica. No seu ponto mais próximo (periélio) ele se aproxima 4,4 bilhões de km do Sol. Quando está mais distante do Sol (afélio) se afasta 7,4 bilhões de km. Portanto, a quantidade de luz solar varia de acordo com o seu movimento de translação, dependendo de quão perto ou longe esteja do Sol.

Abaixo está a órbita de Plutão em torno do Sol em relação aos outros planetas.


Como sabemos que a Terra é o único planeta que tem água?

 Como é que é? A Terra é o único planeta que conhecemos que contém água?!

Você ofendeu Gliese 1214 b com sua pergunta.

Terra: Eu tenho tanta água em mim.

GJ 1214 b: Você é uma fofa, Terra.

Esse exoplaneta está a cerca de 48 anos luz de distância do Sol e é cerca de 3 vezes maior que a Terra, tendo mais ou menos 7 vezes sua massa. E não é à toa que ele é chamado de "waterworld", em português, "mundo da água".

Enquanto a água cobre 70% da Terra, isso só corresponde a 0,05% da massa do nosso planeta. Já a água presente no GJ 1214 b corresponde a 10% de sua massa! Então dá para imaginar quanta água esse planeta tem. Os seus oceanos fazem os da terra parecerem um pequeno lago em comparação.

Especula-se que seus oceanos tenham centenas de quilômetros de profundidade, tendo quem diga que eles tenham até 1600 km! Já o lugar mais profundo dos oceanos da Terra, a Fossa das Marianas, tem "só" 11 km de profundidade. Além disso, o planeta está fervendo, a cerca de 200–300 graus, creio eu. A água não evapora por conta de sua atmosfera espessa.

Imagine se tiver vida nesse planeta, nós entraríamos em uma nova fronteira de criaturas marítimas gigantes.

-Cesar Alcaraz

Velocidade de Escape

 

Movimento do Sol ao redor do Centro Galáctico

Tudo que é feito de matéria possui uma Velocidade de Escape.

A Velocidade de Escape dum corpo é a velocidade que um objeto precisa atingir para fugir para sempre da atração gravitacional desse corpo e essa atração é proporcional à massa deste último.

Claro que uma formiga consegue com supina facilidade escapar duma bola de boliche.

Já a massa duma galáxia é uma coisa tremenda … diria mesmo astronómica.

No caso da nossa Galáxia, a Velocidade de Escape da Via Láctea, partindo da nossa vizinhança (veja-se a órbita Galáctica do Sol), foi calculada em aproximadamente 1,9 milhões de quilômetros por hora.

Uma brutalidade.

Mesmo assim a estrela CWISE J1249 + 3621 que é uma das estrelas mais rápidas da Via Láctea tem velocidade suficiente para escapar da Galáxia.

Por outro lado o nosso Sistema Solar está numa órbita fechada levando cerca de 230 milhões de anos para fazer uma viagem completa ao redor da Via Láctea.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Feliz Natal




Neste Natal, quero deixar um abraço cheio de luz a cada um de vocês que caminhou comigo por este ano de 2025. Foi um ano de desafios, aprendizados, recomeços e também de pequenos milagres do dia a dia — aqueles que às vezes passam silenciosos, mas transformam a nossa alma. 🌹

Que nesta noite abençoada, a esperança renasça em cada coração. Que a paz encontre morada em nossos lares, que o amor seja sempre o nosso guia, e que a fé nos ajude a seguir com coragem e serenidade. 🎄

Que possamos olhar para trás com gratidão, mesmo pelas dores, porque foram elas que nos ensinaram a crescer. 💫
Que nunca nos falte a capacidade de recomeçar, de acreditar novamente e de sonhar mais alto.
Que o perdão encontre espaço em nossos corações e que a compreensão seja sempre a nossa resposta.
Que cada amanhecer traga um motivo novo para continuar. 🌅
Que o amor — em todas as suas formas — seja a nossa maior conquista.
Que aprendamos a cuidar uns dos outros com mais empatia, respeito e ternura. 💖
Que os laços verdadeiros permaneçam firmes, mesmo quando a vida muda seus capítulos.
Que a simplicidade continue sendo o lugar onde a felicidade mora. ✨
Que nunca nos falte fé no bem, na vida e no futuro.
E que o espírito do Natal permaneça vivo em nós por todos os dias do ano. 🎄🙏

Desejo que 2026 venha com gestos gentis, encontros verdadeiros, saúde, prosperidade e muitos sorrisos compartilhados. Que a vida nos ensine a agradecer mais, amar melhor e viver com mais presença. 🌟

Feliz Natal, com todo o meu carinho. Que Deus abençoe cada um de vocês. ✨🙏

Um exoplaneta único feito de diamantes?

  Astrônomos identificaram um exoplaneta com uma atmosfera e formato incomuns, levantando questões sobre sua origem. Essa descoberta indica condições tão extremas que desafiam nossa compreensão da formação planetária.

Esta ilustração artística mostra como o exoplaneta PSR J2322-2650b (à esquerda) poderia se parecer orbitando uma estrela de nêutrons em rápida rotação, chamada pulsar (à direita). As forças gravitacionais do pulsar, muito mais massivo, deformam este planeta, com massa semelhante à de Júpiter, dando-lhe um formato semelhante ao de um limão. Crédito: NASA, ESA, CSA, Ralf Crawford (STScI)

Batizado de PSR J2322-2650b, esse exoplaneta possui uma composição atmosférica dominada por carbono e hélio, uma combinação única nunca antes observada. Suas nuvens se assemelham a fuligem carbonácea e, sob intensas pressões internas, o carbono poderia se transformar em diamantes. Com uma massa similar à de Júpiter, sua proximidade com sua estrela hospedeira, uma estrela de nêutrons, influencia profundamente sua estrutura.

A estrela em torno da qual este planeta orbita é um pulsar, um remanescente estelar ultradenso que emite radiação intensa em intervalos regulares. Sua massa é equivalente à do Sol, mas está condensada em um volume do tamanho de uma cidade. Essa configuração particular permite que os cientistas estudem o planeta sem serem prejudicados pelo brilho da estrela, fornecendo dados espectroscópicos de alta qualidade . Consequentemente, os pesquisadores indicam que essa situação torna a análise mais precisa do que para exoplanetas típicos.

Devido à sua órbita muito próxima, a apenas 1,6 milhão de quilômetros, o planeta completa uma revolução em menos de oito horas. Modelos indicam que as forças de maré exercidas pelo pulsar distorcem o planeta, dando-lhe uma forma alongada. Essa situação lembra os sistemas da "viúva-negra", onde um pulsar consome gradualmente seu companheiro. Mesmo assim, neste caso, o objeto é oficialmente classificado como um exoplaneta pela União Astronômica Internacional .

A formação de tal objeto permanece enigmática. De fato, os mecanismos usuais de formação planetária não parecem aplicáveis, dada a composição rica em carbono. Pesquisadores sugerem a hipótese de que o carbono se cristaliza em diamantes nas camadas internas, mas a presença dominante de carbono na atmosfera desafia as teorias atuais. Este estudo, aceito para publicação no The Astrophysical Journal Letters , destaca a originalidade desta descoberta.

O Telescópio Espacial James Webb desempenhou um papel fundamental nesta descoberta. Sua capacidade de observar no infravermelho e sua posição distante da Terra permitem captar sinais muito fracos sem interferência térmica. Esta observação abre, portanto, caminho para o estudo de outros sistemas extremos e pode ajudar a compreender melhor a diversidade de planetas na galáxia. Os cientistas aguardam ansiosamente por mais dados que possam esclarecer este caso singular.

Atmosferas exoplanetárias atípicas

As atmosferas de exoplanetas exibem grande diversidade, mas a de PSR J2322-2650b se destaca devido à predominância de carbono e hélio. Atmosferas planetárias tipicamente contêm elementos como hidrogênio, oxigênio ou nitrogênio, refletindo sua formação a partir de nuvens de gás e poeira ricas nesses compostos. 

Nesse caso, a abundância de carbono sugere uma origem diferente, talvez ligada a processos nucleares ou à evaporação de uma estrela companheira. Pesquisadores acreditam que o carbono pode ter se originado da cristalização interna sob alta pressão, formando diamantes que ascendem à superfície.

O estudo dessas atmosferas permite aos cientistas testar modelos de química planetária sob condições extremas. Revela como planetas podem sobreviver em estreita proximidade com objetos estelares violentos, ampliando nossa compreensão da diversidade planetária.

Techno-science.net

Qual é o maior objeto confirmado (planeta, estrela, etc.) no Universo conhecido?

Não é possível dizer com certeza qual é a maior estrela do universo, porque ainda há muito do universo que o ser humano ainda não conhece. Pode haver astros bem maiores que nós ainda não conhecemos.

No entanto, a maior estrela do universo observável é VY Canis Majoris.

VY Canis Majoris, ou simplesmente VY Cma, é 2.100 vezes maior que o Sol em diâmetro. Para se ter uma ideia, caberiam dentro dela quase 3 bilhões de planetas iguais à Terra.

Fonte:

https://brasilescola.uol.com.br/geografia/maiores-estrelas-universo.htm

A existência de vida é algo muito raro no Universo? E vida inteligente mais ainda?

 A existência de vida é algo muito raro no Universo? E vida inteligente mais ainda?

Não temos respostas exatas, nem podemos ter, mas temos algumas pistas.

Desde a formação da Terra (e o fim das colisões formativas do Sistema Solar) só conhecemos um caso de vida e um caso de inteligência tecnológica sobrevivente; nenhum dos dois casos pode ser considerado uma amostra estatística significativa.

A vida parece ter aparecido num relativo curto espaço de tempo após a formação do planeta há cerca de 4,54 bilhões de anos.

Os fósseis mais antigos são de 3,5 a 3,7 bilhões de anos mas há indícios moleculares que recuam a origem da vida para uns 4,2 mil milhões de anos atrás, apenas 300 milhões de anos após a formação da Terra.

Desde então, através de muitas catástrofes e extinções em massa, a vida tem sobrevivido tenazmente; parece até voltar com mais vitalidade de cada percalço, talvez pela limpeza e reiniciação dos prévios nichos ecológicos.

Isto pode indicar que a vida se forma assim que encontra condiões razoáveis e sobrevive e se adapta teimosamente.

Quão provável foi a Abiogênese na Terra?

Já inteligência tecnológica existe há muitíssimo pouco tempo na face da Terra.

Se formos generosos e considerarmos o início da civilização tecnológica desde o Renascimento (e não das primeiras máquinas a vapor) vamos ter que ver como esses 500 anos se comparam com a idade do planeta.

É uma fração mínima, quase infinitesimal na vida da Terra.

Então é bem possível que a vida, pelo menos unicelular e primitiva, seja abundante no Universo já que os primeiros:

  • organismos pluricelulares surgiram há 1,2 bilhão de anos, durante a Era Proterozoica,
  • anfíbios sairam dos oceanos há aproximadamente 350 milhões de anos,
  • mamíferos surgiram entre 220 a 235 milhões de anos, no período Triássico, coexistindo com os dinossauros.

Até porque a maior parte do tempo a Terra só teve vida microbiana primitiva.

Já vida inteligente e tecnológica, se existir, deve ser muito rara.


Terra presa em um vazio?

 


Um estudo liderado por Indranil Banik em julho de 2025, propõe que a Terra, a Via Láctea e toda a nossa vizinhança cósmica estariam dentro de um vazio gigantesco — um supervoid com cerca de 2 bilhões de anos-luz de diâmetro, contendo cerca de 20% menos matéria (galáxias, gás, matéria escura) que a média do Universo.

Esses vazios não são apenas “vazios absolutos”: eles têm menos densidade, mas ainda contêm matéria distribuída mais tenuemente. Na escala cósmica, são enormes estruturas previstas e observadas na teia cósmica.

Agora pare e pense…

E se o supervoid local não nasceu da expansão, mas da implosão?

A ideia corrente na cosmologia é que esses grandes vazios cósmicos surgiram por flutuações quânticas minúsculas no universo primordial, que cresceram ao longo de bilhões de anos: regiões mais densas atraíram mais matéria e formaram superaglomerados; regiões menos densas ficaram ainda mais vazias — os supervoids.

Mas e se… algo diferente tivesse acontecido?

Imagina que, numa região relativamente homogênea, uma estrutura extremamente massiva e densa tivesse colapsado de forma catastrófica:

• Talvez um hiperburaco negro primordial, com massa de bilhões de sóis;

• Ou até mesmo algo ainda mais exótico: uma “estrela de quarks” supermassiva, ou um aglomerado de buracos negros que acabou se fundindo de forma violenta.

Esse colapso não teria “empurrado” matéria para fora como uma supernova faz, mas poderia ter:

Sugado enormes quantidades de matéria vizinha, esvaziando a região;

Criado ondas gravitacionais tão intensas que deslocariam matéria ao redor, escavando uma bolha rarefeita;

E até ter modificado a curvatura local do espaço-tempo, deixando uma “marca” gravitacional profunda, um afundamento na teia cósmica.

Efeitos possíveis desse cenário

• A densidade local ficaria drasticamente menor, exatamente como vemos num supervoid.

• O colapso poderia explicar a falta de galáxias e gás naquela região, pois boa parte teria sido engolida ou afastada.

• Essa “implosão” também poderia gerar anomalias observáveis, como distorções sutis no movimento das galáxias próximas ou ecos de ondas gravitacionais muito antigas.

Do ponto de vista teórico, a ideia é super sedutora, mas:

• Para criar um vazio com 2 bilhões de anos-luz de diâmetro, o evento teria que ser incrivelmente antigo (quase tão antigo quanto o próprio Universo) e incompreensivelmente energético.

• Colapsos assim tendem a afetar escalas menores; criar algo tão grande é difícil sem deixar rastros evidentes, como radiação intensa ou distorções gigantes no fundo cósmico.

Mas… quem disse que o cosmos precisa ser simples?

Talvez o vazio não seja apenas o resultado passivo de não ter matéria, mas sim o legado ativo de algo colossal que desapareceu — como uma cicatriz cósmica de uma ferida gravítica antiga.

VLA


Se o Universo surgiu por puro acaso, como explicar o ajuste fino das constantes físicas que permite vida, estrelas e planetas tão precisamente calibrados?

 Se o Universo surgiu por puro acaso, como explicar o ajuste fino das constantes físicas que permite vida, estrelas e planetas tão precisamente calibrados?

O aparente ajuste 'fino' das Constantes Físicas Universais, que parecem demasiado acertadas para permitir estrelas, planetas e vida (como a nossa) poderia ser explicado por várias hipóteses e embora nenhuma delas tenha sido comprovada, este debate torna o assunto num profundo Enigma Científico e Filosófico.

  • Hipóteses Naturalísticas:
    • A Hipótese do MultiVerso → O nosso Universo seria apenas um entre inúmeros Universos, cada um com constantes diferentes. E naturalmente encontramo-nos num Universo onde a vida é possível, fazendo com que as probabilidades pareçam grandes, dadas as infinitas possibilidades.
    • Princípio Antrópico → Estamos aqui observando o Universo como apropriado à vida (como a nossa) porque, se assim não fosse, não estaríamos aqui para o observar. É um viés de seleção pelos observadores.
  • Hipóteses Físicas:
    • Raizes numa Física Mais Profunda → A Física atual pode estar incompleta e uma teoria mais fundamental poderia explicar porque é que as constantes têm [que ter] os valores que têm, apagando assim a aparência de ajuste fino.
    • Seleção Natural Cosmológica → Os Universos poderiam "reproduzir-se" e evoluir, favorecendo aqueles que criam estrelas, planetas e se tornam estáveis, levando a condições propícias à vida.
  • Hipóteses de Consistência Lógica:
    • Necessidade Matemática → Algumas teorias propõem que apenas um conjunto de leis Físicas consistentes é possível, tornando um particular ajuste fino inevitável.
  • Hipóteses Metafísicas:
    • Design Inteligente → A calibração [aparentemente] precisa apontaria para um Criador ou Projetista Intencional que teria definido as Constantes Universais para permitir a vida.

Porque é isto um Enigma?

  • Improbabilidade Estatística: A chance destas constantes se alinharem perfeitamente por mera sorte parece astronomicamente baixa, levando muitos a procurar explicações para além do mero acaso.
  • Exemplos Específicos: Alterações na Gravidade, na Força Eletromagnética ou nas Forças Nucleares Forte e/ou Fraca impediriam a formação de átomos ou estrelas ou reações químicas complexas que conduzam à vida como a conhecemos.

Mas será mesmo assim?

  • Contraponto no debate: Hoje sabemos que o Universo não está tão ajustado assim.
  • Contra-Exemplos Específicos: Uma Força Nuclear Forte não tão forte (passo o pleonásmo) "compactaria" a Tabela Periódica dos Eleentos eliminando os Lantanídeos e os Tório, Urânio e Plutónio. Uma Força Eletro-Fraca ligeiramente mais forte compensaria aquilo garantindo o Estado de Ressonância de Hoyle (o gargalo de garrafa da Nucleosíntese Estelar) reduzindo um pouco (mas não muito) o tamanho os átomos e mudando a Velocidade da Luz (o Limite de Velocidade Universal).

Universos Alternativos

O nosso desconhecimento pode ser o maior obstáculo. Nada nos prova que a Vida não possa existir de formas muito diversas em Universos muito estranhos, sem estrelas e apenas preenchido por gases de apenas dois ou três elementos, ou até com outras entidades físicas, para nós inimagináveis. Vida é informação em evolução e a inexistência da prova não constitui a prova da inexistência.

Qual é o material mais duro do universo?

 Materia de uma Estrela de Neutrões.

Apenas o equivalente a uma colher de chá de matéria de um estrela de neutrões, pesaria algo como 10 milhões de toneladas.

Salvo a hipotética matéria que pode existir no núcleo de uma estrela de neutrões, a matéria à superfície é o material mais denso no universo.

Como os cientistas sabem que existem bilhões de galáxias?

 Esse é o Campo Ultra-Profundo do Hubble:

Você consegue contar quantas galáxias há nessa imagem? Com exceção das duas estrelas (topo esquerdo e parte inferior direita; dá pra ver as suas lanças de difração) todo o resto nessa imagem são galáxias. Tudo. Eu não consigo contá-las. Estimam que há aproximadamente 10.000 galáxias só nessa imagem.

E esse pedaço de céu tem uma largura de aproximadamente 2,4 arcominutos. Isso é 1/10 do diâmetro da lua cheia veista da Terra. É menor do que um quadrado de papel de 1mm segurando a uma distância de 1 metro dos nossos olhos. É cerca de 1/13000000 do céu inteiro.

Só fazendo deduções e acordo com essa imagem: 10.000 galáxias X 13.000.000 pedaços de céu = 130 bilhões de galáxias, e isso tomando como base somente esta evidência.

Astrônomos podem ter descoberto uma ”superkilonova” inédita escondida dentro de uma supernova

  No vasto universo, as estrelas mais massivas terminam suas vidas de forma espetacular, explodindo em supernovas que espalham elementos pesados como carbono e ferro pelo espaço, enriquecendo o cosmos e contribuindo para a formação de novas estrelas e planetas 

Esta ilustração artística mostra um evento hipotético conhecido como superquilonova. Uma estrela massiva explode em uma supernova (à esquerda), gerando elementos como carbono e ferro. Em seguida, duas estrelas de nêutrons nascem (ao centro), sendo que pelo menos uma delas acredita-se ser menos massiva que o nosso Sol. As estrelas de nêutrons espiralam em direção uma à outra, enviando ondas gravitacionais que se propagam pelo cosmos, antes de se fundirem em uma dramática quilonova (à direita). As quilonovas semeiam o universo com os elementos mais pesados, como ouro e platina, que brilham com luz vermelha. Crédito: Caltech/K. Miller e R. Hurt (IPAC

Por outro lado, existe um tipo de explosão muito mais raro, chamado kilonova, que ocorre quando duas estrelas de nêutrons – remanescentes densos de estrelas mortas – colidem. Essas colisões produzem elementos ainda mais pesados, como ouro e urânio, que acabam incorporados em corpos celestes futuros.

Até hoje, os astrônomos confirmaram apenas um caso claro de kilonova, observado em 2017 e conhecido como GW170817. Esse evento histórico foi detectado tanto por ondas gravitacionais – ondulações no tecido do espaço-tempo – quanto por luz visível, graças a detectores como o LIGO nos Estados Unidos e o Virgo na Europa.

Agora, uma equipe de cientistas, liderada por Mansi Kasliwal, do Observatório Palomar do Caltech, pode ter encontrado evidências de uma segunda kilonova, mas com uma reviravolta intrigante. O evento, batizado de AT2025ulz, foi detectado em agosto de 2025, a cerca de 1,3 bilhão de anos-luz de distância. Inicialmente, ele se comportou como a kilonova de 2017: uma luz vermelha que esvaeceu rapidamente, característica da produção de elementos pesados que bloqueiam a luz azul.

No entanto, poucos dias depois, a explosão mudou de aparência. Ela ficou mais brilhante, mudou para tons azuis e revelou a presença de hidrogênio em seu espectro – sinais típicos de uma supernova comum, do tipo conhecida como colapso do núcleo com envelope removido. Isso confundiu muitos astrônomos, que pensaram se tratar apenas de uma supernova comum, sem relação com as ondas gravitacionais detectadas pelo LIGO e Virgo no mesmo local.

Mas Kasliwal e sua equipe persistiram nas observações, usando telescópios como o Zwicky Transient Facility no Palomar, o Observatório Keck no Havaí e outros ao redor do mundo. Eles notaram que o evento não se encaixava perfeitamente nem em uma kilonova clássica nem em uma supernova típica. Além disso, as ondas gravitacionais indicavam que pelo menos um dos objetos envolvidos na colisão tinha uma massa menor que a do Sol – algo raro e teórico para estrelas de nêutrons, que geralmente são mais pesadas.

A explicação mais fascinante proposta pelos pesquisadores é que isso possa ser uma superkilonova, um tipo de evento hipotético nunca observado antes: uma kilonova desencadeada por uma supernova. Imagine uma estrela massiva girando rapidamente que explode em supernova. Durante o colapso, ela poderia se dividir ou fragmentar, formando duas pequenas estrelas de nêutrons de massa subsolar.

Essas “estrelas bebês” então se aproximariam rapidamente, colidindo em uma kilonova que emite ondas gravitacionais e uma luz vermelha inicial. Os detritos da supernova original, no entanto, expandiriam e obscureceriam parte dessa kilonova, fazendo com que ela parecesse “escondida” dentro da explosão maior.

Como explica o coautor Brian Metzger, da Universidade Columbia, a única forma conhecida teoricamente de criar estrelas de nêutrons tão leves é durante o colapso de uma estrela massiva em rotação extrema. Se elas se fundirem logo em seguida, a kilonova viria acompanhada de uma supernova, em vez de aparecer isolada.

Embora essa ideia seja empolgante e desafie o que sabemos sobre a formação de estrelas de nêutrons, os cientistas são cautelosos: ainda não há provas definitivas. Eles enfatizam que eventos futuros de kilonovas podem ser confundidos com supernovas comuns, e que observações com novos telescópios, como o Vera Rubin Observatory ou missões da NASA, ajudarão a confirmar ou refutar essa descoberta.

Esse achado abre os olhos para novas possibilidades no universo violento das explosões estelares, mostrando que o cosmos ainda guarda surpresas capazes de reescrever nossas teorias sobre como os elementos que compõem o mundo ao nosso redor – inclusive o ouro em nossas joias – são forjados nas fornalhas cósmicas.

Terrarara.com.br

O que são são e qual a origem dos raios cósmicos?

Os raios cósmicos são, em essência, partículas de alta energia que se deslocam pelo espaço a velocidades próximas à da luz, bombardeando a Terra incessantemente. São compostas, em sua maioria, por prótons, elétrons e núcleos atômicos, essas partículas são como turistas indesejados que chegam do cosmos, trazendo consigo uma bagagem de radiação que pode ser tanto fascinante quanto potencialmente prejudicial.

Simplificando:

"São o equivalente espacial de balas perdidas supercarregadas! Tratam-se de pequenos delinquentes subatômicos, geralmente prótons, mas às vezes núcleos de hélio e partículas ainda mais estranhas, que saem voando pelo universo em velocidades absurdas, como se tivessem acabado de ser chutados por um chutador de futebol americano do Buffalo Bills. Eles são tão energéticos que fazem os melhores aceleradores de partículas aqui da Terra parecerem brinquedos de criança."

Origem dos Raios Cósmicos

A origem dos raios cósmicos é um tema que fascina cientistas e amadores da astronomia. A maioria deles provém de supernovas, explosões cataclísmicas que ocorrem no final da vida de estrelas massivas. Durante esses eventos, partículas são ejetadas a velocidades estonteantes, espalhando-se pelo universo como confete em uma festa intergaláctica. No entanto, nem todos os raios cósmicos podem ser atribuídos a supernovas; alguns vêm de fontes ainda mais exóticas, como buracos negros e até mesmo do próprio Sol. Curiosamente, uma fração dos raios cósmicos permanece com sua origem envolta em mistério, desafiando as mentes mais curiosas.

Efeitos na Terra

Ao atingirem a atmosfera terrestre, os raios cósmicos colidem com átomos e geram uma "chuva" de partículas secundárias. Essa interação é responsável por fenômenos como a radiação Cherenkov, onde partículas viajam mais rápido do que a luz em um meio específico, criando um brilho visível. Embora a atmosfera nos proteja da maior parte desses impactos, o efeito acumulado pode levar a mutações genéticas em organismos vivos — uma espécie de "brinde" cósmico indesejado que a evolução parece ter aceitado com um sorriso sarcástico.

Enfim, além de bagunçar satélites, os raios cósmicos também ajudam os cientistas a entender os processos mais extremos do universo. Além disso, provam que, enquanto sonhamos com viagens espaciais, o espaço já está nos visitando — com estilo explosivo, claro.

A Matéria é Mais Estranha do que se Imagina

 

Quando pensamos em matéria, geralmente lembramos dos três estados clássicos: sólido, líquido e gasoso. Mas a realidade é muito mais complexa — e fascinante!

A física moderna revelou que a matéria pode assumir formas que desafiam completamente o senso comum, indo além do que nossos olhos podem ver e nossa mente pode imaginar.

Plasma, o quarto estado, é o mais comum no universo — presente nas estrelas e relâmpagos.

Condensado de Bose-Einstein (BEC) surge quando partículas são resfriadas quase ao zero absoluto, fazendo com que se comportem como uma única superpartícula.

Condensado de Férmions e matéria degenerada aparecem em condições extremas, como no interior das estrelas de nêutrons, onde a densidade é inimaginável.

E o misterioso plasma de quarks e glúons é o estado primordial da matéria — o mesmo que existiu logo após o Big Bang!

Esses estados exóticos mostram como a física é capaz de revelar mundos invisíveis, expandindo nossa compreensão sobre o universo e a própria existência.

A matéria, em todas as suas formas, continua a nos lembrar: a realidade é muito mais estranha — e incrível — do que parece!

É verdade que o Monte Olimpo se estende acima da atmosfera de Marte?

 Sim! É uma montanha muito alta, que está entre as mais altas já descobertas em qualquer corpo do sistema solar.

O Monte Olimpo tem 27 quilômetros de altura. A atmosfera marciana costuma ser medida em 11 quilômetros. Portanto, ele ultrapassa a atmosfera em 16 quilômetros.

Neste link, em inglês, você pode ler mais dados curiosos sobre como o Monte Olimpo se compara com as montanhas terrestres.