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sábado, 16 de março de 2013

Os 10 ramos mais estranhos da parapsicologia


Parapsicologia é uma disciplina notavelmente ampla e difícil de estudar, já que lida com o potencial desconhecido da mente humana. Até hoje, não há nenhuma maneira definitiva de provar fenômenos como a telepatia ou a telecinese, e observação de nenhuma maneira já forneceu prova inequívoca. Veja abaixo alguns dos ramos mais importantes da parapsicologia. Tenha em mente que a própria natureza dos fenômenos chamados “psi” é tal que cobrem o desconhecido, e é só por dissecção crítica podemos chegar à verdade.

10 - Visualização remota, projeção da mente e clarividência




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Visualização remota é a suposta capacidade de perceber uma imagem ou item que está obscurecido da vista do espectador. No entanto, devido à falta de provas verificáveis, o conceito tem sido descartado pela comunidade científica.
No entanto, já houve uma época em que até mesmo o governo dos EUA se envolveu na sua investigação, como parte do Projeto Stargate, uma tentativa de encontrar uso militar e nacional para habilidades parapsicológicas. O projeto foi abandonado em 1995, com uma revisão independente observando que era “incerto” se a existência de visualização remota havia sido demonstrada. A Universidade de Princeton (EUA) procurou seguir a pesquisa onde Stargate parou, realizando experimentos com visão remota até 2007. O físico Robert L. Park, da Universidade de Maryland (EUA), crítico do projeto, disse: “Foi um constrangimento para a ciência, e eu acho uma vergonha para Princeton”.

9. Telepatia e leitura da mente

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Telepatia, como a visualização remota, depende da mente e seus poderes em potencial – mas se relaciona com a capacidade de enviar e receber ideias ou pensamentos, em vez de “ver” objetos e lugares distantes. Experimentos procuraram tornar a mente mais receptiva a esse suposto fenômeno, privando os demais sentidos (como visão e audição), enquanto o participante “envia” a informação a um destinatário escolhido. Embora alguns digam que evidências de telepatia já foram demonstradas, os críticos afirmam que o acaso, suposições e falta de ambiente à prova de som eficaz distorcem os resultados de estudos.
Dito isso, sinais elétricos da mente podem, de fato, ser interpretados através de máquinas. Pesquisas em 2012 monitoraram os sinais eletromagnéticos do cérebro de participantes em coma, e um computador pode interpretar corretamente padrões e traduzi-los em “pensamentos”.

8. Premonição: vendo o futuro

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Diversos casos alegados de precognição já foram registrados ao longo da história. Contos de videntes, adivinhos e profetas que podiam, aparentemente, ver o futuro são destaques nos mitos gregos, na Bíblia, e nas histórias e relatos de culturas em todo o mundo. Alguns dos exemplos mais famosos incluem o prenúncio das três bruxas em Macbeth e, fora da ficção, as profecias de Nostradamus.
A Sociedade de Pesquisas Psíquicas tem registrado casos de supostas premonições de eventos futuros desde o século 19. Porém, o psicólogo britânico David Marks afirmou que qualquer previsão correta de eventos pode ser explicada através da teoria de probabilidade – isto é, que uma premonição e a eventual ocorrência do episódio são mais prováveis de acontecer quanto mais observamos tais assuntos. Precognições aparentemente bem sucedidas também são mais propensas a ser lembradas do que as que falharam.

7. Psicocinese e telecinese

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Esta é a capacidade alegada de algumas pessoas de mover objetos com suas mentes. Nesta fotografia, de 1892, uma mesa estava sendo “levitada”, enquanto um pesquisador (à direita) verificava se não havia fraude. James Randi, um cético e mágico notável, é apenas uma das pessoas que têm demonstrado métodos comuns pelos quais indivíduos podem fazer objetos parecerem se mover sem contato físico. Na verdade, a Fundação Educacional James Randi oferece um prêmio de US$ 1 milhão (cerca de R$ 2 mi) para quem prove a telecinese e outros fenômenos parapsicológicos – um prêmio que ainda não foi reivindicado.
Enquanto muitos cientistas acreditam que a telecinese vai contra as leis básicas da física, e é, portanto, impossível, alguns postulam que a física quântica pode oferecer uma explicação. Dito isso, em 1987, uma ampla revisão feita pela Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos analisou 13 décadas de pesquisa e descobriu que não havia base para a crença em psicocinese.

6. Experiências de quase morte

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Aqueles que afirmam ter tido experiências de quase morte comumente relatam fenômenos tais como ver-se fora do seu próprio corpo, mover-se através do que parece ser um túnel, ou em direção a uma luz brilhante. Como aqueles que morreram não podem falar se é isso mesmo que acontece, reivindicações como estas são naturalmente mais complicadas de confirmar ou negar. Algumas pesquisas sugerem, no entanto, que tais experiências são na verdade o resultado de um mecanismo de enfrentamento adotado pelo cérebro, no qual endorfinas adicionais são liberadas. Se for este o caso, então é menos uma questão de fé, e mais uma questão bioquímica.

5. Reencarnação, vidas passadas e psicografia

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Certas culturas e crenças acreditam na reencarnação e em vidas passadas, como o hinduísmo, o espiritismo, o jainismo e o budismo, e o conceito tem até mesmo alguns seguidores islâmicos, judeus e cristãos.
A ideia da reencarnação começou a ser explorada no início de 1900 pelo psicólogo William James, na foto acima, momento em que tais teorias começaram a ser pesquisadas. Os céticos sugerem que vidas passadas podem ser atribuídas à síndrome de falsa memória ou pensamento seletivo. E como a ciência moderna não consegue capturar o processo de reencarnação em si, respostas conclusivas são difíceis, se não impossíveis de se conseguir.
Da mesma forma, é igualmente difícil coletar fortes evidências que comprovem a psicografia, capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por espíritos.
Habilidade que ficou famosa no Brasil graças especialmente a Chico Xavier, já houve tentativas de prová-la cientificamente. Por exemplo, o pesquisador da Universidade Estadual de Londrina Carlos Augusto Perandréa estudou 400 cartas psicografadas por Xavier em transes mediúnicos utilizando as mesmas técnicas com que avalia assinaturas para bancos, polícias e o Poder Judiciário, a grafoscopia. Ele comparou a letra padrão dos indivíduos antes da morte e nas cartas psicografadas, chegando à conclusão de que todas as psicografias que estudou possuem autenticidade gráfica dos referidos mortos. Obviamente, isso não é suficiente para que seja aceita amplamente a existência de diálogo entre mortos e vivos. No entanto, a psicografia já foi utilizada no Brasil até mesmo como prova em tribunal, em pelo menos quatro casos envolvendo homicídio, de 1976 a 1982.

4. Aparições

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Fantasmas: quem nunca ouviu falar de um? Imortalizados em textos culturais que variam de Hamlet a histórias assustadoras em acampamentos, muitas vezes esses “espectros” são provados falsos. Até a BBC já exibiu um “documentário” que convenceu muitos espectadores de que aparições eram reais, mas o próprio documentário era, no entanto, totalmente encenado.
Em 2012, o site eBay proibiu a venda de itens paranormais em um esforço para proteger seus usuários, perdendo milhões de dólares em receita potencial. Às vezes, as pessoas afirmam ter capturado a essência de um espírito em imagem – como a foto famosa de 1930 mostrada acima-, mas estas aparições geralmente podem ser explicadas por flashes ou exposições duplas, entre outros fatores.

3. Interação mental direta com sistemas vivos

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O ramo da parapsicologia conhecido como “interação mental direta com sistemas vivos”, na sigla em inglês DMILS, investiga se simplesmente olhar fixamente para uma pessoa pode afetar substancialmente o seu sistema nervoso, fazendo-a sentir-se agitada ou calma. Após análise feita em experimentos parapsicólogos em 2004, pesquisadores de psicologia concluíram que poderia haver algo de verdadeiro nesta noção, mas o problema era uma falta de teoria por trás do fenômeno.
Uma técnica relacionada foi famosamente referenciada no livro e filme “Os Homens que Encaravam Cabras”, retratado em imagem acima. A história seguiu a pesquisa do Exército dos EUA em matar bodes simplesmente olhando fixamente para os animais. Outra estratégia psicológica caracterizada na história inclui a tortura de presos iraquianos por rodar o mesmo desenho em um loop.

2. Aura

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A noção de aura pode ser encontrada ao longo da história, seja na forma de um halo na arte religiosa, ou faixas de cores como as encontradas na bandeira budista, simbolizando a aura que cercava Buda quando ele atingiu a Iluminação. Em tempos mais recentes, os vários matizes aparentes em auras foram designados com qualidades diferentes. Auras laranja ocorrem quando a pessoa está animada, enquanto personalidades mais calmas tem uma aura azul. E, de acordo com alguns, as auras podem ser “limpas” através de cristais de quartzo.
Fotografia Kirlian é um método que pretende capturar auras em filme, que, se verificável, pode ser a mais forte prova de sua existência. No entanto, a investigação científica descobriu que tudo, desde a umidade de um quarto a transpiração, podem substancialmente distorcer os resultados de testes.

1. Projeto Consciência Global

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O Projeto Consciência Global (GCP, na sigla em inglês) teoriza que quando um evento que muda o mundo ocorre, os pensamentos das pessoas ao redor do globo podem influenciar geradores de números aleatórios para produzir dados mais coerentes, menos arbitrários.
Teoria originária de experiências similares realizadas pela Universidade de Princeton, o projeto visa mapear a explosão emocional da população mundial quando algo realmente épico acontece, como o 11 de Setembro na cidade de Nova York (EUA). Seus críticos, porém, dizem que os picos encontrados na análise de dados do GCP durante esse evento não provam um nexo de causalidade

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