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terça-feira, 2 de agosto de 2011

Tempestade Magnética




A tempestade magnética ocorre devido da chegada do vento solar, este causa um aumento brusco do campo magnético da Terra, ocasionando a compressão Magnetosférica. O vento solar intensificado comprime as linhas de campo magnético da Terra no lado do dia. Ou seja, as tempestades magnéticas são causadas por explosões solares que emitem uma grande quantidade de partículas e radiação no espaço. Tais explosões ocorrem continuamente, entretanto, possuem um ciclo de maior atividade, conhecido como ciclo solar.

Logo, uma definição da tempestade magnética pode ser realizada através da existência de um rápido acréscimo da componente horizontal do campo magnético, seguido por um acentuado decréscimo nesta mesma componente (aferido peloíndice Dst), o qual é proporcional à corrente de anel que circunda o globo terrestre. As tempestades magnéticas são subdivididas em três fases:


Na Terra, as tempestades magnéticas provocam uma compressão do campo magnético, interferindo em satélites, estações espaciais e comunicações por rádio, e causam tanto a aurora boreal como a aurora austral.



Aurora Boreal e Astral

A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar e a poeira espacial encontrada na via láctea com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619 em referência à deusa romana do amanhecer Aurora e ao seu filho Bóreas, representante dos ventos nortes), ou luzes do Norte (nome mais comum entre os escandinavos). Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.

O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.


A aurora aparece tipicamente tanto como um brilho difuso quanto como uma cortina estendida em sentido horizontal. Algumas vezes são formados arcos que podem mudar de forma constantemente. Cada cortina consiste de vários raios paralelos e alinhados na direção das linhas do campo magnético, sugerindo que o fenômeno no nosso planeta está alinhado com o campo magnético terrestre. Da mesma forma a junção de diversos fatores pode levar à formação de linhas aurorais de tonalidades de cor específicas.

Vejamos essas lindas fotos sobre as Auroras





 Abaixo deixo um vídeo sobre Tempestade Magnética
















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