A grande maioria das estrelas ativas é composta inteiramente por plasma, mas existem exceções importantes a essa regra dependendo do estágio evolutivo do corpo celeste.
Estrelas ativas (Sequência principal, gigantes e supergigantes): O Sol e a imensa maioria das estrelas do universo são esferas massivas de plasma quente.
As temperaturas e pressões extremas em seus interiores e superfícies arrancam os elétrons dos núcleos de hidrogênio e hélio, gerando um fluido altamente ionizado de cargas livres. Protoestrelas (Fase inicial): Em suas etapas mais precoces de formação, quando uma nuvem de gás e poeira cósmica começa a colapsar sob a própria gravidade, o material ainda não atingiu a temperatura necessária para a ionização completa, contendo grandes proporções de gás neutro.
Anãs brancas (Estágio final): O remanescente de estrelas de massa baixa ou intermediária é formado por matéria degenerada de elétrons.
Nesses corpos ultra-compactos, a pressão quântica sustenta o objeto contra a gravidade, alterando as propriedades térmicas clássicas do plasma. Estrelas de nêutrons (Estágio final extremo): Os restos superdensos de supernovas não são feitos de plasma, mas sim de matéria nuclear degenerada.
A gravidade esmaga os elétrons contra os prótons até que eles se fundam em nêutrons, criando um estado da matéria completamente diferente.
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