Primeiro, uma anã marrom é uma estrela fracassada. Uma estrela que não pode sustentar reações convencionais de fusão, mas é muito massiva (várias vezes a massa de Júpiter) para ser considerada um planeta gasoso.
A atmosfera das anãs marrons contém muitos elementos dos quais a vida na Terra depende, como carbono, oxigênio, hidrogênio e nitrogênio. Mas junto com tudo isso, é preciso que o ambiente também colabore com os microorganismos para prosperar.
Júpiter e Saturno têm ventos ascendentes, que, se existissem também nas anãs marrons, ajudariam os microrganismos a se manterem em uma altitude adequada, pois se subissem muito alto congelariam no espaço frio e se descessem muito baixo queimar a superfície da quase-estrela em que estão.
E na forma de seres, caso surgissem as circunstâncias para esta vida prosperar e se tornar multicelular, eles seriam como uma espécie de água-viva muito leve que poderia ser levada pelo vento, sendo seres que ainda podem ser muito surpreendentemente, existem muitos em terra semelhantes ao albatroz e ao ganso-patola que passam a maior parte de suas vidas no ar. Numa atmosfera mais densa podemos imaginar um intermediário do que acontece na água e no ar. Por exemplo, as mantas que, em vez de nadar, se movem em um voo estranho, as já mencionadas águas-vivas, que preferem se deixar levar. E também seres que poderiam gerar gases menos densos que aquela atmosfera, como fazem os náutilos em nossos mares para subir ou descer, ou os peixes com bexigas natatórias.
Nenhum comentário:
Postar um comentário