Pop up my Cbox

sábado, 25 de abril de 2026

Por que nosso universo é construído de tal forma que a velocidade da luz é 299.792.458 m/s e não algum outro número?

 Se tivesse um valor diferente, você provavelmente teria feito a mesma pergunta. No entanto, isso não é tão trivial quanto parece. Mas para dar uma resposta satisfatória é preciso sair desse círculo vicioso e mergulhar um pouco dentro de nós mesmos e na história do pensamento científico.

Geralmente, pode-se perguntar por que todas as constantes universais (velocidade c, carga do elétron, constante gravitacional, constante de Coulomb, etc.) A curiosidade surge espontaneamente, mas tem que lidar com um enorme obstáculo: fazer esse tipo de pergunta basicamente significa perguntar por que o universo que conhecemos é exatamente o que é ou, pelo menos, o que parece ser. E isso tem uma série de implicações não risíveis que também preocupam a nós postulantes.

De fato, se as constantes tivessem valores um pouco diferentes dos medidos, toda a realidade cósmica desmoronaria como um castelo de areia. Bastaria que apenas duas delas, a constante de estrutura fina e a razão entre a massa do próton e a do elétron, fossem ligeiramente diferentes, para ter esse efeito catastrófico. O mundo microscópico subatômico e atômico não mais se combinaria com o mundo macroscópico comum, nem com o cósmico. E, claro, não poderíamos estar lá para testemunhar o apocalipse para descobrir onde tudo vai terminar.

Afinal, desperta grande admiração e até admiração que toda a realidade se apoie num jogo de forças tão finamente calibrado que cria uma harmonia de relações entre as variáveis ​​físicas que permite não só a existência do universo, mas também a expressam dinâmicas inteligíveis para nossa mente, que então as traduz em regras e equações lógicas ou mesmo narrativas científicas conseqüentes.

Nosso próprio pensamento racional é possibilitado por um cérebro que não poderia ter se estruturado no curso da evolução biológica se essas constantes físicas não tivessem sido distinguidas pelos valores que medimos. Neurônios, células nervosas, são formados por moléculas orgânicas que, por sua vez, repousam sobre estruturas de átomos de carbono que possuem certa estabilidade e formam cadeias, justamente porque elétrons e prótons possuem as cargas e massas que possuem. Assim, de certa forma, representamos a matéria organizada que o cosmos estabeleceu para se contemplar.

Agora, porém, como pode um componente de um sistema compreender completamente o sistema ao qual pertence e do qual deriva? Para isso, deve incluir-se num circuito autorreferencial que, como tal, limita o sucesso do negócio; os mesmos limites que impedem uma pessoa de ver a parte de trás de sua cabeça na frente de um espelho. No entanto, não se trata de inconsistência ou arrogância; é que a curiosidade também parece uma constante natural. Descubra se só a temos ou se não é talvez a expressão de algo inerente à matéria e à energia.


O pensamento é um dos maiores mistérios da criação (supondo que tenha sido criado), se não talvez o maior. Mas esse mesmo pensamento que nos leva a questionar a razão da constituição específica da realidade física, também nos faz perceber que, afinal, é incrível que existam essas constantes da natureza. Como seria um universo sem a conotação de nossas constantes físicas?

Consideramos que diferentes constantes não permitiriam que nosso mundo se sustentasse. Poderiam por acaso (ou não por acaso) permitir a subsistência de outros universos, um pouco como hipotetizou Giordano Bruno, enquanto ele estava à janela e especulava sobre pássaros completamente diferentes daqueles que via voando pelas janelas? Talvez vivamos em um multiverso onde cada realidade é marcada por suas próprias constantes? Porém, neste ponto, a verdadeira questão é outra e mais radical: pode haver um universo completamente desprovido de constantes físicas?

A sutil variabilidade da natureza inquieta, ou seja, da 'physis', era o que assustava os filósofos da Jônia no mundo grego antigo, mercadores e artesãos brilhantes que foram os precursores do pensamento científico, desde o século VII aC. Procuravam avidamente algo que permanecesse imutável na matéria corruptível, algo constante, precisamente. Os ritmos celestes e a configuração recorrente das estrelas foram um ponto de partida para refletir sobre o assunto; assim como a gravidade que, por meio de massas suspensas, criava perfeitamente e sistematicamente linhas verticais, traços úteis para a construção de esplêndidos edifícios.

Não é por acaso que nessas terras surgiram astrônomos extraordinários, mas também arquitetos, matemáticos, filósofos naturais, mentes que especulavam sobre o mundo do infinitamente pequeno, sobre substâncias primordiais, sobre o movimento dos corpos. Cada um deles procurou e encontrou constantes. Poderiam ter sido os elementos terra, água, ar e fogo; ou de pequenas entidades indivisíveis, isto é, de 'átomos'; ou talvez de 'sementes' originadas nos primórdios que participaram da composição da matéria; ou números, relações harmônicas que regulavam tanto o trânsito dos planetas quanto as notas vibrantes da corda dedilhada de uma lira; e muito mais.

Nascia a palavra grega 'cosmos', que significa um universo ordenado, estruturado com confiabilidade, capaz de ser admirado. A ciência desenvolveu-se a partir de um movimento da mente, da busca da beleza e do conforto que possam dar ao homem a confirmação de elementos repetitivos, de regras naturais, de aspectos fixos do jogo da matéria que contrastam com o caos cotidiano dos acontecimentos que passam confusamente e irreversivelmente ao longo de nossas vidas. A forma regular de uma galáxia espiral não nos deixa indiferentes, assim como a ordem de uma rede cristalina ou as leis físicas de conservação. É a conservação do momento angular que explica o disco de acreção de uma galáxia. As constantes do mundo natural - sejam elas números, entidades ou princípios - refletem uma harmonia superordenada e ajudam a prever e planejar; e, portanto, também para corroborar e enobrecer nossas ações.

Sim, porque o que seria do mundo se não permitisse que as constantes brilhem para o olhar do nosso intelecto? Esses próprios antigos sabiam disso muito bem; de fato, mesmo antes do advento da filosofia, seu mito o explicava: o mundo não seria um mundo, mas seria um terrível 'caos' (outra palavra grega), uma dimensão em que nada fica parado e nada se destaca, em que tudo se confunde com todos os outros no espaço e no tempo, em que espaço e tempo perdem seu sentido, em que não há lugar para compreender, para esperar, mas nem mesmo para existir.

Temos, portanto, a resposta que procurávamos e que vem de uma humanidade distante, rica em sensibilidade e mentes brilhantes: sem constantes naturais teríamos um universo desordenado e desestruturado, exatamente o oposto de um cosmos. Poderíamos então afirmar que essa realidade informe e inconsistente constituiria basicamente um nada, isto é, o Nada? Mas como o Nada é feito de alguma coisa? Parmênides, no século VI aC, negou categoricamente o Nada. Disse que o Nada não poderia existir, pois se existisse não seria tal: este era o princípio da não contradição em sua forma mais radical, a ontológica, a do Ser que não pode não ser.

Talvez o velho filósofo de Elea, mais tarde definido por Platão como "venerável e terrível", não estivesse inteiramente errado. A verdade está no Ser e o não-Ser é apenas um engano da mente. O Nada parece apresentar-se como um conceito enganador e substancialmente incoerente. No entanto, ninguém nos garante que a congruência, que é um nascimento da nossa mente e do nosso mundo, seja necessária para tirar conclusões sobre outras realidades. Afinal, pode haver universos cheios de contradição. Pode até haver um universo vazio, reflexo do todo vazio, conceito que, embora queiramos indicá-lo como absurdo, é a base da matemática. O Nada feito mundo. O grito silencioso do caos.

Bem, estas são coisas que não gostamos muito. E é por isso que as constantes físicas, pilares de uma realidade cósmica ordenada, não são apreciadas apenas pelos cientistas, mas, em retrospectiva, por todos. Sua presença nos permite calcular e fazer previsões. Não há: são um reflexo de elegância mesmo para quem não está familiarizado com a matemática. E, no entanto, ao mesmo tempo, o desejo irracional de se projetar além da beira do abismo habita indelevelmente nas profundezas de nossa alma. Sabemos que, como nos diziam os mitos do passado, tudo pode ter se originado de um caos primordial e talvez, até, do Nada. E esse caos, é preciso reconhecer, também será assustador, mas atrai como um abismo.

Aqui a curiosidade pelo desconhecido e pelo inexplicável nos empurra para essa fronteira. Às vezes pode acontecer através de nossas ações diárias ou apenas em nossos pensamentos. Estimulados por uma pitada de loucura misturada com curiosidade, então nos perguntamos sobre esses primórdios, talvez especulemos à nossa maneira sobre o Big Bang ou outras teorias cosmogônicas. Sim, porque se tudo realmente veio do Nada ou do caos, então algum legado desses começos precipitados ainda deve estar presente no universo. Pode ser a radiação de fundo, o redshift cosmológico, mas também alguma oscilação imperceptível das constantes físicas.

Não é nenhum mistério que a terrível questão também seja colocada pelos próprios cientistas e não desde ontem, mas desde a década de 1930: as constantes físicas são realmente tão constantes? Basicamente, não temos conhecimento de nenhuma lei física que prescreve isso. Não há sequer uma teoria sobre isso. Nossas medições podem nos dizer pouco sobre isso, sempre inexoravelmente afetadas por erros sistemáticos causados ​​pelas ferramentas de detecção ou por erros aleatórios inerentes ao ato de medir. É por isso que preferimos trabalhar com a relação de constantes físicas, ao invés de constantes simples, como numa espécie de controle mútuo de valores.

O fato é que o universo evolui e se expande, produzindo espaço-tempo entre as galáxias que, portanto, se afastam umas das outras, até desaparecerem atrás do horizonte cosmológico. Em suma, as cartas na mesa mudam. Nada fica parado. Afinal, a mudança nos cerca mais do que o ar que respiramos. Nós mesmos envelhecemos e mudamos de ideia. O universo também.

A infância do cosmos, após o mistério do Big Bang, foi um período dominado pela radiação. Veio então a fase em que reinava a matéria. Nós existimos hoje na terceira fase, a mais longa, na qual (há seis bilhões de anos) a energia escura expande o espaço. É possível que as constantes sejam como uma espécie de 'gergelim aberto' imutável que abre as portas para a evolução cósmica? Será que sua evolução depende também de outra palavra-chave, ainda desconhecida?

Não sabemos se outras porções da realidade se estendem além do horizonte cosmológico colocado a 46 bilhões de anos-luz de nós em todas as direções e que há 13,8 bilhões de anos estava contra o resto do universo. No entanto, sabemos que no início as forças da natureza ainda não se distinguiram e que as leis físicas conhecidas hoje não eram válidas. É possível que subsequentemente, após um curto espaço-tempo percorrido, grande parte do universo tenha se cristalizado em uma ordem imutável? Quanta reserva de variabilidade ainda existe? Devemos pensar que com as constantes conhecidas todas as cartas foram tiradas?

As constantes físicas são filhas do passado do cosmos. Sua eventual variabilidade poderia testemunhar um passado em que a multiplicidade e a multiformidade de hoje estavam mais contidas, ou mais próximas de uma suposta unidade, que evoca conceitos espirituais e filosóficos e que os astrofísicos chamam de 'singularidade'.

De fato, as singularidades na matemática muitas vezes mostram valores infinitos, testemunhando que ultrapassamos os limites (desconhecidos) de validade de nossas teorias ou que erramos. Afinal, toda a história científica é marcada por uma longa série de erros crassos. Se não fosse assim, a ciência seria um dogma, um termo sinistro que significa algo como 'opinião definitiva'.

Constantes naturais não precisam ser dogmas. Além disso, suas próprias descobertas atestam que tudo está de alguma forma conectado com tudo. A velocidade da luz, por exemplo, já havia sido explicitada pelas equações de Maxwell sobre o eletromagnetismo. Foi derivado da permissividade elétrica do vácuo e da permeabilidade magnética do vácuo. E já daquelas elegantes equações diferenciais ficou claro que não dependia do observador.

Quais são os fatos científicos mais fascinantes?

  1. A Torre Eiffel pode crescer 15 centímetros durante o verão
  2. 20% do oxigénio da Terra é produzido na Floresta Amazônica
  3. O Havai aproxima-se do Alasca cada ano por 7.5 centímetros
  4. Em 2.3 biliões de anos estará demasiado quente para a vida existir na Terra

Ao longo das próximas centenas de milhões de anos, o sol continuará a ficar progressivamente mais brilhante e mais quente. Em pouco mais de 2 biliões de anos, as temperaturas serão altas o suficiente para evaporar os nossos oceanos, tornando a vida na Terra impossível. O nosso planeta tornar-se-á num vasto deserto semelhante a Marte hoje. À medida que se expande em uma gigante vermelha nos próximos biliões de anos, os cientistas prevêem que o sol finalmente engolirá a Terra por completo, soletrando o fim definitivo para o nosso planeta.

5. A Terra é um íman gigante

6. Isto é o que acontece quando um buraco negro engole uma estrela

7. Isto é como um rosto se forma no útero

9. Se a Betelgeuse (uma estrela) explodisse, transitando do estágio de supergigante vermelha para uma supernova, iluminaria o nosso céu continuadamente por dois meses. Pode acontecer a qualquer momento — dentro de alguns milhares de anos, amanhã ou até mesmo agora

10. O universo conhecido é composto por 50,000,000,000 galáxias.

Há entre 100,000,000,000 e 1,000,000,000,000 estrelas numa galáxia normal. Só na Via Láctea poderá haver cerca de 100 mil milhões de planetas semelhantes à Terra. Ainda pensa que estamos sozinhos?

11. Os humanos criaram uma bolha protetora à volta da Terra acidentalmente. Décadas de uso de comunicações de rádio de frequências ultra baixas resultaram em um casulo artificial que poderá ajudar a proteger o planeta de erupções solares e partículas de radiação.

12. Os cientistas podem finalmente ter uma resposta para o porquê dos ovos virem de formas diferentes e, aparentemente, tudo depende da capacidade de voar do pássaro. Parece que os melhores voadores são aqueles que colocam ovos mais "pontiagudos" ou em forma elíptica, enquanto os outros são mais propensos a colocar ovos arredondados ou ovais.

13. É teoricamente possível viajar para trás e para a frente no tempo. Dois físicos desenvolveram um modelo matemático para uma máquina do tempo baseado na teoria da relatividade de Einstein (que foi comprovada em 2015), que os campos gravitacionais são causados por distorções no tecido do espaço e do tempo. O que nos impede é que a tecnologia que pode dobrar fisicamente este tecido do espaço-tempo ainda não foi inventada.

14. Só duas letras não aparecem na tabela periódica

São as letras J e Q. Vá em frente e verifique novamente.

15. Há mais árvores na Terra do que estrelas na nossa galáxia

Especialistas da NASA acreditam que pode haver entre 100 biliões e 400 biliões de estrelas na galáxia da Via Láctea, relata a Snopes. No entanto, um artigo de 2015 publicado na revista Nature estimou que o número de árvores no mundo é muito maior: 3.04 triliões.

16. O oxigénio da Terra é produzido pelo oceano

Já paraste para pensar de onde vem o oxigênio? O seu primeiro pensamento pode ter sido uma floresta tropical, mas em realidade, vem dos organismos marinhos. Plâncton, algas marinhas e outros fotossintetizadores produzem mais de metade do oxigénio no mundo.

17. O oxigénio tem uma cor

Como um gás, o oxigénio é inodoro e incolor. No entanto, na sua forma líquida e sólida, parece azul pálido.

Qual o fato científico incrível que você conhece?

 

A NASA usa apenas 15 dígitos de pi para calcular viagens interplanetárias.

Se, por exemplo, usassem 40 dígitos, poderiam calcular a circunferência de um círculo, o tamanho do universo visível, com uma precisão igual ao diâmetro de um átomo de hidrogênio.

Um fato que sempre que me lembro me deixa impressionado.

Por que Marte perdeu sua água?

 

Este é um processo natural, o mesmo aconteceu com o deserto do saara, que já foi uma densa ilha tropical, isso pode ser causado por mudanças climáticas drásticas, mas existem outras milhares de outros fatores que podem ocasionar uma mudança como aconteceu em marte ou no saara, entenda que a própria terra já foi um monte de vulcões.

O planeta terra também já foi uma bola de gelo

Ao contrario do que se pensa, o planeta terra nem sempre foi um planeta habitável, o planeta esta sempre em constantes mudanças.

O planeta terra pode voltar a idade do gelo ou dos vulcões a qualquer momento, as mudanças não tem datas para acontecer.

O que mais se encontra em marte são leitos de antigos rios, hoje marte é apenas um deserto frio e aparentemente morto, mas algo que me fascina é a existência de vulcões que ainda podem centrar em atividade e criar nuvens que poderiam gerar um aquecimento global em marte, e assim voltaríamos ver lagos com agua liquida correndo em marte.

Se tudo é formado por átomos e atomos são formados por prótons, elétrons e nêutrons em constante movimento, como é possível um objeto ficar parado?

 Não é possível algo estar completamente parado. Aí está a beleza da realidade em vez do ponto de vista pessoal.

Foste a uma escala subatómica e podes ir, mas deixa-me mostrar-te porque não necessitas de o fazer.

Vives neste planeta de nome Terra…

Este planeta não está parado. Não só roda sobre si mesmo, mas também orbita a nossa estrela "mãe" de nome Sol.

Mas não para aí. O nosso sistema solar inteiro está em movimento à volta da nossa galáxia, de noma Via Láctea.

E aqui há uma enorme e importante diferença entre o que às vezes se aprende mal nas escolas, e a realidade do que acontece. Como podes ver no gif em baixo.

Isto 👆 é o que realmente está a acontecer neste exato momento, enquanto estamos aqui na superfície desta nave espacial natural, a que chamamos Terra.

Como tal, nunca estás parado, mesmo quando parece ou achas que estás parado.

Mas indo à escala que escolheste… Os protões, neutrões, e eletrões no teu corpo não estão parados. Não podem estar.

E não só. Sabes quanto do teu corpo essas partículas subatómicas representam?! 0,0000001%

Isso mesmo. O teu corpo é composto de 99,9999999% de espaço vazio. Só que não é realmente espaço vazio, mas sim energia do vácuo.

Mas essas partículas subatómicas estão sempre em movimento e a vibrar. E só podes fazer que parem se as expores a uma temperatura de zero absoluto, ou simplesmente -273,15°C

Esta temperatura tanto quanto sabemos é impossível de ser alcançada.

Digamos que tínhas um único protão a vibrar, e podias usar toda a energia do Sol, para tentar alimentar uma máquina que baixasse a temperatura para o zero absoluto e assim o protão parar de se mover completamente. Não consegues. Mesmo porque a energia do vácuo não te deixa.

Nada no universo está realmente parado.

Da escala mais pequena à maior. Tudo está em movimento. Até o próprio espaço está a expandir-se.

Usando a escala que eu estava a usar. Digamos que a superfície do nosso planeta simplesmente parava de rodar, imediatamente neste momento.

Sabes o que aconteceria?! Isto é o que aconteceria:

  • Como a Crosta terrestre não está presa ao Manto, teríamos terramotos de magnitudes nunca vistas. Ao ponto que a Crosta iria começar a literalmente rachar por todo o lado.
  • Como a Crosta começaria a rachar teríamos erupções de magna e tsunamis nunca antes vistos por todo o planeta.
  • A própria atmosfera do planeta varreria da superfície terrestre praticamente todas as estruturas construídas ou colocadas por nós.
  • Os seres humanos estariam expostos a ventos tão fortes que seríamos literalmente empurrados a velocidades letais.

E tudo por quê?! Pelo mesmo princípio que vês nos testes de acidentes.

Se um objeto em movimento é subitamente parado, a energia cinética que carrega tem que ir para algum lado, a grande custo do que carrega essa energia cinética.

Tunel Interestelar

Astrónomos descobrem “túnel interestelar” ligando nosso sistema solar a outras estrelas!Após anos de estudo e mapeamento detalhados, os cientistas detectaram um canal de plasma quente e de baixa densidade que parece se estender do nosso sistema solar em direção a constelações distantes, incluindo a de Centaurus.O que impressiona é que esse “túnel” perfura o material quente ao redor, conectando nossa atmosfera cósmica a sistemas estelares longínquos. Pesquisadores do Instituto Max Planck, liderados pelo Dr. L.L. Sala, confirmaram a descoberta usando dados do eROSITA e publicaram os resultados na revista Astronomy & Astrophysics.O estudo também revela detalhes da Bolha Quente Local (BLH) da Via Láctea — uma região de baixa densidade ao redor do sistema solar, aquecida por supernovas antigas. Nela, gradientes de temperatura e esse “túnel” em direção a Centauro parecem ter sido formados pelos ventos de estrelas jovens.Essa bolha pode se conectar a outras superbolhas, moldando a estrutura da nossa galáxia, e nosso sistema solar entrou nela há milhões de anos, ajudando os astronômicos a compreender melhor nosso bairro cósmico.

Se o planeta Vênus tivesse uma atmosfera menos extrema, planejaríamos visitá-lo em vez de Marte?

Se Vênus tivesse uma atmosfera menos extrema, provavelmente seria um alvo de exploração mais interessante do que Marte por vários motivos. Primeiro, Vênus está muito mais perto da Terra do que Marte, o que significa que seria mais fácil e barato enviar sondas e astronautas para lá. Além disso, Vênus é um planeta semelhante à Terra em muitos aspectos, como tamanho e composição, o que significa que pode ser mais fácil para os humanos se adaptarem às condições lá do que para Marte. No entanto, não sabemos ao certo como seria Vênus sem sua atual atmosfera extrema, por isso é difícil fazer previsões precisas sobre o quão atraente seria como alvo de exploração.

Como é o céu em Vênus?

Acredita-se que o céu de Vênus seja branco-amarelado devido a presença de dióxido de enxofre. Além disso, devido à densidade da atmosfera de Vênus, da superfície do planeta, não é possível ver o Sol. Para conseguir enxergar o Sol, é necessário subir à alta atmosfera, acima das densas nuvens de enxofre e ácido sulfúrico. As imagens das sondas do programa soviético Venera mostram uma cor alaranjada no céu de Vênus.

Imagem: Cosmos: A Spacetime Odyssey EP1.

Como seria o clima de vênus se estivesse na orbita de Marte e Marte na de vênus?


O que define uma condição climática não é apenas a distância do Sol, pressão atmosférica, campo magnético e atividade vulcânica junto com calor residual também importam.

Aqui na Terra a água ao nível do mar congela a 0⁰C e evapora a 100⁰C, mas veja que as nuvens ficam a temperaturas muito abaixo de zero, isso porque com a pressão menor as condições mudam, a água não precisa alcançar 100⁰C pra permanecer em estado gasoso, e nisso os dois planetas são diferentes.

Vênus tem uma pressão atmosférica 90 vezes maior que a Terra, Marte muito menor que a Terra. Vênus tem uma intensa atividade vulcânica, Marte já teve muita atividade vulcânica mas hoje nem tanto. Vênus tem um forte campo magnético, Marte já perdeu quase todo campo magnético e isso causou uma perda intensa em sua atmosfera.

Uma coisa seria ter um no lugar do outro desde sempre, outra coisa séria eles mudarem com as condições atuais. Sabemos como eles são hoje porque suas posições os definem assim, se sempre estivessem em posições trocadas eles seriam diferentes.

Meu ponto de vista de como seriam se trocados de posição hoje, hipotéticamente falando, é claro;

Vênus no lugar de Marte seria ainda muito quente, talvez um pouco menos. Marte no lugar de Vênus seria mais quente, porém sofreria muito com o vento solar, que já castiga sua atmosfera pela falta de proteção de um campo magnético, Marte acabaria por perder mais atmosfera e ainda que ficasse mais quente sua atmosfera não iria segurar tanto o calor recebido, ainda que mais quente sua amplitude térmica seria grande.

Se estivessem desde sempre em posições trocadas;

Marte é pequeno, teve um campo magnético mas seu núcleo esfriou e parou de girar, deixando de gerar um campo magnético. Na órbita de Vênus o planeta Marte esfriaria de qualquer forma, perderia o campo magnético como perdeu ao longos de bilhões de anos e sofreria ainda mais com o vento solar, isso provavelmente eliminaria por completo sua atmosfera, deixando Marte mais parecido com Mercúrio, seria seco, quente, sem atmosfera e talvez com algum gelo nos pólos dependendo da inclinação de seu eixo. Ficaria em condições piores.

Vênus na órbita de Marte ficaria melhor, recebendo um pouco menos de calor, com um campo magnético protegendo-o, seria ainda assim um planeta muito mais quente que a Terra devido à sua alta pressão atmosférica. Possivelmente com menos calor teria um clima ameno, mas não o suficiente para manter água em estado líquido e boas condições para a vida como conhecermos.

Vênus não deveria ter seu terreno completamente nivelado?

 

Sondas como a Pioneer Venus e a Magellan revelaram que o terreno venusiano não possui muitas montanhas. Encontraram evidências de fluxos de lava e algumas caldeiras achatadas de vulcões, o que sugere ter existido uma enorme atividade geológica alterando a superfície continuamente em tempos (geológicos) recentes.

Sem termos como afirmar que são os fluxos de lava ou os efeitos da atmosfera muito tensa, a verdade é que Vênus é muito, muito liso para um planeta terrestre. A diferença entre o ponto mais alto e o mais baixo de sua superfície não é maior do que treze quilômetros.

Montanhas costumam ser geradas por vulcões ou atividade tectônica. Mas Vênus não possui placas tectônicas, nem indícios de atividade vulcânica corrente. Uma terceira causa, impactos de meteoros, seria amainada pela atmosfera extremamente densa do planeta, capaz de destruir meteoros bem antes deles alcançarem a superfície. Mas não está claro se o clima venusiano seria capaz de deixar a superfície tão achatada como ela é atualmente.

Então… A geologia de Vênus é um campo em que temos mais perguntas do que respostas.

E o pior: não podemos mandar um rover “comum” para lá, nem ao menos uma sonda de superfície. A pressão atmosférica, 90 vezes maior do que a da Terra, os achataria. E o calor de 460 graus Célsius as incineraria. Mesmo assim…

sexta-feira, 24 de abril de 2026

A terceira lei de Newton não estaria errada, porque significaria que se eu puxasse a Terra, a Terra estaria me puxando com a mesma quantidade de força? Isso não faz sentido, a Terra não se move em minha direção, eu me movo em direção à Terra.

Faz sentido sim! A força com que a Terra te puxa para baixo é, EXATAMENTE, a mesma com que você puxa a Terra para cima. Todavia existem milhões de corpos atraídos para baixo pela Terra sobre sua superfície. Todos eles a puxam para cima. Só que o "para cima" de cada um é em uma direção diferente. No total esse puxões todos se cancelam. Além de que a coesão do material da Terra impede que essas forças façam com que ela cresça para fora. Por outro lado, mesmo que só houvesse um corpo atraído para a Terra, que atraísse a Terra, apenas para seu lado, como a massa da Terra é de seis sextilhões de toneladas e, suponhamos, o corpo atraído tenha cem quilogramas, a aceleração da Terra para ele seria sessenta sextilhões de vezes menor do que a aceleração do corpo para a Terra, que é de 9,8m/s². Essa aceleração ridícula não provocará nenhum deslocamento perceptível da Terra para o corpo.

Por que as estrelas não caem do céu?

 Porque elas não são atraídas pela gravidade da Terra. As estrelas de uma galáxia são atraídas pelo conjunto das demais estrelas da galáxia. Como a galáxia se formou pela agregação de gases cósmicos que, ao acaso, se densificaram em algum lugar, essa maior densidade promoveu uma agregação cada vez maior de matéria, formando a galáxia. Dentro dela, agregações secundárias formaram as estrelas e os planetas. Todavia o momento angular total do conteúdo que se condensou na galáxia, dificilmente seria nulo. Isso faz com que a galáxia se condense girando e as estrelas que se formam continuam nesse giro. Cada estrela orbita o conjunto de estrelas que há em um volume de raio menor do que sua distância ao centro da galáxia. E isso acontece do mesmo modo que as órbitas dos planetas. A gravidade se faz de força centrípeta, de modo que ela não cai para o centro da galáxia, mas permanece em órbita, do mesmo modo que um planeta não cai para o Sol, em razão de possuir uma velocidade tangencial.

Fatos Interessantes do Espaço

 

Mercúrio e Vênus são os únicos 2 planetas em nosso sistema solar que não têm luas

No total, existem 176 luas confirmadas que orbitam os planetas em nosso sistema solar, sendo algumas delas maiores que o próprio Mercúrio!

Se uma estrela passa muito perto de um buraco negro, pode ser despedaçada

Por 20 anos, uma equipe de astrônomos observou uma estrela no centro de nossa galáxia orbitando um buraco negro.

A estrela agora chegou perto o suficiente do buraco negro para que ocorra "desvio gravitacional do vermelho", que é onde a luz da estrela perde energia à medida que a gravidade do buraco negro se intensifica.

O planeta mais quente do nosso sistema solar é Vênus.

A maioria das pessoas pensam que isso seria Mercúrio, pois é o planeta mais próximo do sol.

No entanto, Vênus tem muitos gases em sua atmosfera, o que cria um "Efeito Estufa" que causa uma temperatura constante de 462 ° Celsius em toda a superfície da planta.

Encélado, uma das luas menores de Saturno, reflete 90% da luz do Sol.

Como a superfície gelada de Encélado reflete a luz solar em vez de absorvê-la, as temperaturas chegam a -201 ° Celsius.

A montanha mais alta descoberta é o Olympus Mons, localizado em Marte.

Seu pico tem 25 quilômetros de altura, tornando-o quase três vezes mais alto que o Monte Everest.

E não só é alto, como também tem 114.000 m² de largura - é uma área do tamanho do Arizona!

A Galáxia Whirlpool (M51) foi o primeiro objeto celeste identificado como espiral.

Os grandes braços em espiral da Whirlpool Galaxy são compostos de longas pistas de estrelas e gás, polvilhadas com muita poeira espacial.

Esses braços agem como fábricas de formação de estrelas, comprimindo gás hidrogênio e criando aglomerados de novas estrelas.

A Via Láctea tem 105.700 anos-luz de largura.

Uma espaçonave moderna levaria 450.000.000 de anos para viajar para o centro de nossa galáxia!

Você pode ler fatos espaciais mais inacreditáveis com esta lista de fatos da Via Láctea!

O Sol pesa cerca de 330.000 vezes mais que a Terra

É cerca de 109 vezes o diâmetro da Terra e é tão grande que a Terra poderia caber no sol cerca de 1.300.000 vezes!

De fato, o sol é tão gigantesco que contém 99,85% de toda a massa em nosso sistema solar.

fonte:

Quais são alguns fatos interessantes sobre o Universo?

 

  • A maior montanha do sistema solar fica em Marte.
  • O espaço não tem atmosfera ou seja o som não pode se propagar sem um meio material.
  • A estrela mais próxima da Terra sem ser o sol está a 4.2 anos luz de distância.
  • Uma colher de chá de uma estrela de nêutrons pesa aproximadamente 1 bilhão de toneladas
  • Você não pode chorar no espaço pois as suas lágrimas nunca caem.
  • Em 1977 nós recebemos um sinal vindo do espaço profundo que durou aproximadamente 72 segundos. Nós continuamos sem saber até hoje de onde isso veio.
  • Os anéis de Saturno não são sólidos eles são feitos de pedaços de gelo. Areia e rocha.
  • Um único dia em Vênus dura um ano na Terra. Pois ele leva 243 dias terrestres para dar uma volta em seu próprio eixo. Uma volta completa em torno do sol leva 225 dias terrestres.
  • A via Láctea é tão grande que até mesmo na velocidade da luz você levaria 100.000 anos para atravessa-la.
  • A explosão de uma super nova libera uma quantidade de energia e um brilho tão alto que pode ofuscar uma galáxia inteira em apenas um segundo.
  • Nós somos feitos de matéria vinda das estrelas, pois quando uma estrela explode em forma de super nova ela libera, ouro, diamante, ferro, e todos os outros matérias necessários para formar planetas e até mesmo a vida. Ou seja, nós somos uma maneira de o universo conhecer a si mesmo…
  • Buracos negros são tão densos que nem a luz consegue escapar.