O tempo corre mais devagar sob qualquer campo gravitacional.
Este fenômeno é conhecido como a Dilatação Gravitacional do Tempo, uma consequência direta da Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.
Assim na superfície da Terra o tempo corre ligeirissimamente mais devagar do que em órbita. Por isso os satélites de GPS têm que, a partir dos seus relógios atómicos, compensar os sinais emitidos considerando este fenómeno (mas também o efeito da velocidade orbital).
Sem as correções temporais baseadas na Teoria da Relatividade (que incluem os efeitos gravitacionais e de velocidade), o sistema de GPS acumularia um erro de posicionamento de mais de 11 quilômetros por dia e se tornaria completamente inútil em poucos minutos.
A massa do Sol não só atrai Mercúrio (e o mantém em órbita) mas também curva o espaço ao seu redor e atrasa a passagem do tempo, criando a Precessão do Periélio de Mercúrio.
Assim sendo, o tempo passa um pouco mais depressa em Plutão do que em Mercúrio.
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